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terça-feira, 1 de março de 2011
01/03/2011 12h18 - Atualizado em 01/03/2011 13h34
Brasileiros identificam proteína que pode ser usada em vacina para Aids
O tratamento desenvolvido por vacina terapêutica por pesquisadores das universidades federais de Pernambuco e do Rio de Janeiro e da universidade de São Paulo não é preventivo, mas pode melhorar a qualidade de vida dos doentes.
Beatriz Castro
Recife, PE
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São dez anos de pesquisas em busca de uma nova medicação para os portadores do vírus HIV: a vacina terapêutica. Pesquisadores brasileiros conseguiram identificar uma proteína que vai ajudar a desenvolver no Brasil uma vacina para o tratamento da Aids. O trabalho foi feito por cientistas de três universidades no país: em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Pernambuco.
O tratamento desenvolvido por vacina terapêutica por pesquisadores das universidades federais de Pernambuco e do Rio de Janeiro e da universidade de São Paulo não é preventivo, mas pode melhorar a qualidade de vida dos doentes. Dezoito pacientes já testaram a vacina e a metade deles teve a carga viral reduzida a quase zero.
Os pesquisadores quiseram saber por que um grupo de pacientes reagiu melhor à medicação do que o outro. A resposta está nos fatores genéticos. As células de defesa dos pacientes que mais reduziram a carga viral produzem uma quantidade maior de uma proteína específica, chamada NALP.
“O papel desta proteína no combate ao vírus da Aids é reconhecer o vírus e chamar a atenção de outras proteínas inflamatórias que geram a cascata de eventos moleculares, visando à destruição do vírus mesmo”, afirma Sérgio Crovella, professor da UFPE.
A partir da presença da proteína NALP nas células de defesa, os pesquisadores desenvolveram um marcador genético, que permite identificar quais os pacientes mais resistentes e os mais vulneráveis ao vírus da Aids.
A descoberta vai definir o critério de seleção dos doentes para os estudos e poderá melhorar a qualidade da vacina. O mais novo passo em direção à vacina terapêutica está sendo comemorado pela comunidade científica.
“Ajuda a gente a pensar melhor, a entender melhor o mecanismo da doença e da infecção, e a confecção mais inteligente da vacina”, diz Luiz Cláudio Arraes Alencar, afirma o pesquisador da UFPE.
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/brasileiros-identificam-proteina-que-pode-ser-usada-em-vacina-para-aids.html
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
WWF-Brasil lança campanha da Hora do Planeta - Planeta Sustentável

APAGUE A LUZ
WWF-Brasil lança campanha da Hora do Planeta
Com o slogan Apague a luz para ver um mundo melhor, a campanha Hora do Planeta 2011, da WWF-Brasil, foi lançada sexta-feira, em São Paulo. A ONG convida todos a apagarem suas luzes por uma hora no dia 26 de março, para provocar uma reflexão sobre o aquecimento global
Dia 26 de março é uma data especial para a sustentabilidade do planeta. A ONG internacional WWF convida todos a desligarem suas luzes por uma hora, das 20h30 às 21h30, para provocar a reflexão sobre o atual padrão de consumo e o aquecimento global. Realizada desde 2009 no Brasil, a Hora do Planeta* pressupõe o apoio de toda a população. Em anos anteriores, bares, restaurantes e cartões-postais do país, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, aderiram à campanha.
O apoio de grandes empresas também traz força para esta ação. Para apresentar a campanha e incentivar a aderência do setor empresarial, a WWF-Brasil* reuniu profissionais de mídia e marketing de São Paulo. Mauro Motoryn, diretor da agência 141 SoHo Square - que conquistou a conta da ONG recentemente e é responsável pela campanha publicitária - e Álvaro de Souza, presidente do conselho diretor da WWF-Brasil falaram sobre como o meio publicitário pode ajudar. Basta oferecer, para todos os seus clientes, a adesão à campanha, comprando espaços publicitários para divulgá-la (geralmente ONGs não pagam pela veiculação desse tipo de campanha em qualquer veículo editorial). Dessa forma, os veículos não deixam de ganhar e as empresas se engajam.
Além de empresas e mídia, o governo também apoiará a causa. De acordo com Mauro, nesta semana a ONG assinará convênio com prefeitos de cidades com mais de 100 mil habitantes, para que eles incentivem a redução de energia na hora marcada. “Queremos bater o recorde mundial de adesão de cidades. É importante que o mundo perceba que o Brasil tem uma responsabilidade socioambiental forte”, declarou.
As peças publicitárias (abaixo) mostram como apenas uma hora tem grande importância para o futuro do planeta. O tema da campanha é Apague a luz para ver melhor. “Essa frase não poderia ser melhor”, disse Álvaro. “Quando A Hora do Planeta foi lançada, muita gente entendeu que o objetivo era poupar energia. Mas não é isso! A intenção é chamar a atenção para os problemas ambientais”, explicou. Neste ano, a reflexão proposta é a redução do consumo, a reutilização de materiais e a reciclagem.
Álvaro também ressaltou a importância de um alcance amplo para a campanha. “A palavra dessa iniciativa é abrangência. Se conseguirmos chegar a 12 milhões de casas - que terão reduzido seu consumo de energia, entre 20h30 e 21h30, no dia 26/03, com três pessoas por domicílio -, o resultado será ótimo”, disse.
E a campanha deste ano ainda terá uma adesão bastante animadora: as escolas de samba. "Quando apagamos as luzes e tudo fica mais silencioso, podemos ouvir nosso coração", explicou Motoryn, "Queremos, então, que batuques e tambores simulem as batidas de nossos corações nesse momento especial". Por isso, durante a hora marcada, escolas de samba se reunirão em três cidades brasileiras:
- São Paulo, com concentração na quadra da Vai-Vai;
- Rio de Janeiro, na Marina da Glória e
- Salvador, no Farol da Barra.
*Hora do Planeta
* WWF-Brasil
Leia também:
Hora do Planeta: todos no escuro contra o aquecimento
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Semana Mundial para Abolição da Carne
Os animais mortos para consumo representam em torno de 99% da exploração animal, são 64 bilhões de animais « de corte » mortos por ano no mundo (sete milhões e trezentos mil por hora) aos quais se inclui as centenas de bilhões de animais aquáticos.
Mesmo se nos situamos na mesma perspectiva, não fazemos aqui a promoção do vegetarianismo ou do veganismo, não tentamos convencer cada um a mudar individualmente o seu regime alimentar. Nos esforçamos apenas a levar ao nível politico a questão da legitimação da produção e do consumo de carne animal e de sua abolição legal.
Trata-se de dirigir-se aos cidadãos e cidadãs e de criar um debate aberto, sem tabu, sobre essa questão da qual a sociedade num todo deve tomar partido. Este debate devera levar a decisão politica da abolição da criação, da caça e da pesca.
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--
Julie
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